O Jornalismo e a Tecnologia: como sobreviver no mundo da interatividade

    

 

     A Tecnologia é uma palavra vinda do grego, que envolve o conhecimento técnico e científico. Em pelo século 21, muito se discute sobre as novas tecnologias e sua influência na sociedade. Hoje, elas se renovam a cada dia, e estão em todas as esferas da sociedade: nas escolas, trabalho, nos veículos de comunicação, na roda de amigos, no bar. Numa sociedade capitalista de consumo, quem não acompanha estas tecnologias está, de certa forma, excluído da sociedade.

     Entre diversas novas tecnologias uma das principais, que impulsionou o surgimento de várias outras, é a Internet. Uma mídia interativa que permite ao usuário delinear seu próprio caminho pela rede de informações que estão a sua disposição 24 horas por dia. E junto com a Internet surge também o e-mail, blogs, chats, etc.

   Para acompanhar este crescimento tecnológico, os veículos de comunicação precisaram também se adaptar. Surge então, na Era da Informatização, o Webjornalismo, ou jornalismo on-line.

    Neste novo jornalismo oferecido pela rede, a produção de um jornal é modificada pelos mecanismos de interatividade, potencializados pelas tecnologias digitais, O contato com o usuário é facilitado através de vários mecanismos: o correio eletrônico, fóruns, grupos de discussão, entrevistas on-line e a disponibilização de informações suplementares aos fatos noticiados. Trata-se de um feedback, porém enriquecido com a abundância de informações e maior liberdade de expressão.  O leitor pode participar ativamente postando suas idéias, críticas e informações ao texto jornalístico.

   Para lidar com esta liberdade de navegação dos usuários, o jornalismo on-line precisou assimila alguns princípios da área do marketing e da publicidade, aproveitando estratégias de persuasão na estrutura das páginas e nas chamadas das notícias, planejando apelos visuais para atrair a atenção dos leitores, tudo para fazê-los visitarem a vasta rede de páginas através dos hiperlinks.  

    A interatividade, também, deve ser bem explorada através de e-mails, fóruns, chats e newsletters, para que o usuário faça parte do processo jornalístico. Para a área de marketing, não há nada melhor do que conhecer o consumidor e seus desejos, e, neste aspecto, a internet permite a interação do meio com o receptor como nenhuma outra mídia é capaz de fazer.

   Mas a informatização também trouxe alguns aspectos negativos para o jornalismo. Com a rapidez do meio e a abundância de informação disponível, as matérias acabam não tendo o tempo e o processo de apuração adequado. Outro ponto, é que diante de tanta informação o leitor acaba não assimilando tudo. Uma das maiores dificuldades do webjornalismo é despertar o interesse do leitor e fazê-lo ler um texto integralmente, pois os usuários dispõem de pouco tempo e procuram praticidade.

 

Hipertexto

          A noção de hipertexto tem uma proveniência informática, designado ideias interligadas, associações sobre um fundo electrónico. Em certo sentido todos os sistema de computação são hipertextuais. Um hipertexto é uma rede complexa de elementos textuais: é composto por unidades que podem identificar-se com páginas, parágrafos, secções, ou volumes. As lexias são ligadas por “elos”, que funcionam como notas de rodapé que automaticamente recolhem o material a que se referem .

No hipertexto electrónico, cada bloco do texto  contém elementos interativos inseridos – um ícone, uma palavra ou frase, ou um significado oculto que o leitor descobre, por vezes por tentativas. Ao premir o cursor, que chama um elemento interativo, surge outro bloco de texto, que, por seu turno, tem outros elos que dele partem. O texto não existe como páginas enquadradas numa sequência linear, mas sim como uma rede de ecrãs que o leitor activa a seu bel prazer. A noção de dispositivo convém aqui perfeitamente para designar a matriz da significância, como equivalente do termo enunciação.

 

 

Em tempo corrido: Velocidade das informações na internet

 Não é novidade, nem exagero, que a informação na internet muitas vezes é um alimento impróprio para consumo. Nos blogues, quando não é o blogueiro, são os leitores que escrevem com a maior sem-cerimônia aquilo que acham que é verdade, ou, preferivelmente, que gostariam que fosse verdade.

É certo que os disseminadores de informações falsas não formam maioria. Mas o seu número e a freqüência com que se manifestam são suficientemente grandes para sustentar a hipótese de que, apesar de tudo, os fatos estão mais bem servidos na mídia convencional do que na web – mesmo desconsiderando o que circula em sites de relacionamento como o Orkut e de expressão pessoal, como YouTube.

É certo também que nem todos os erros ficam para todo o sempre sem correção. Mas a regra geral parece ser a de que é mais fácil sair uma informação errada na rede do que a informação errada ser corrigida.

Perfil

Ola  amigos!!!

Desejo a todos que passar por aqui minhas boas vindas, muita paz, saúde e sucesso…

Quem sou eu?

” Eu não sou nada.

  Eu não tenho nada.

Mas na profundidade do meu nada, desejo tudo a vocês “

Meu nome é Leandro do Nascimento Daniel, sou natural  da cidade de Juiz de Fora- MG, e tenho 21anos. No momento trabalho em uma empresa tercerizada pela CEMIG- Companhia Energética de Minas Gerais, onde ocupo o cargo de analista de consistência. Sou também estudante de jornalismo. Me considero uma cara bastante tranquilo, amigo, e de muito bom humor. Gosto de fazer amizades e estar sempre bem com as pessoas.

Após me formar quero continuar com os estudos. Tenho muito interesse em atuar no setor de assessoria de imprensa, pois é uma area que gosto muito e que sempre tive  interesse em atuar.

Deixo aqui registrado uma breve apresentação sobre minha pessoa e agradecimentos a todos que aqui me visitar…

Valeu!!!

Heterarquia:Palavra da moda

Oposto de hierarquia que é um sistema centralizado e vertical,a heterarquia define uma forma de  trabalho coletivo mantendo uma organização social descentralizada entre iguais. Esse termo  estranho e interessante ao mesmo tempo, nos faz  parar e refletir  se   no meio competitivo  que vivemos existe possibilidade da construção de um grupo para a realização de tarefas sem que um superior ordene as regras.

 

A nova palavra da moda entre os  pesquisadores e praticantes das novas modalidades de produção de noticias, traz consigo um novo desafio, onde podemos abrir novos  horizontes e obter resultados melhores, ou muitas dificuldades para os mesmos na falta do bom senso na hora de se discutir idéias no resultado final de um trabalho.

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